Ainda não
estamos salvos…Cuidado!
“Se conhecesse
Deus, não teria cometido aquele erro.” Esta frase ainda se ouve de vez em
quando, mas cuidado com quem está de pé, porque dar um enorme tombo.
Vem esta
reflexão a propósito de uma história (infelizmente, bem verdadeira) de uma
pessoa de caminhada de Igreja e com compromisso em mais que um ministério que
acabou por cometer adultério e abandonar a casa. Quem a conhecia, jamais diria
que tal coisa pudesse acontecer.
Pois bem, a
história dela – que há de mudar com oração – poderá vir a ser a nossa própria
história de vida. Podemos até não cometer adultério, mas outro pecado grave. A
minha mãe sempre me disse: “Estamos começados, não estamos acabados.”
Temos tendência
a ficar muito escandalizados com este tipo de situações, mas estas devem ser um
espelho para cada um de nós. Qualquer pessoa pode cair, daí que Jesus nos tenha
dito:
“Não julgueis,
para não serdes julgados; pois, conforme o juízo com que
julgardes, assim sereis julgados; e, com a medida com que medirdes, assim
sereis medidos. Porque reparas no argueiro que está na vista
do teu irmão, e não vês a trave que está na tua vista?” (Mt 7, 1-3)
“… os últimos
serão os primeiros e os primeiros serão os últimos. Porque muitos são os
chamados, mas poucos os escolhidos” (Mt 20, 16)
Até Jesus foi
tentado a desistir antes da crucificação (Mt 26, 39). Não somos mais
que o Mestre (Mt 10, 24).
Por isso, em vez de julgarmos, optemos por orar pela sua conversão e pela nossa
conversão, para que nos mantenhamos fiéis até ao fim. Reflitamos sobre aqueles
nossos apegos/erros/tendências que nos poderão levar a tombar um dia mais tarde…
Ajudai-nos,
Jesus!


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