sexta-feira, abril 29, 2022

 

Será que aceitamos a ajuda de outros cireneus?

 

Jesus cai mais que uma vez a caminho do calvário e é ajudado por Simão de Cirene (Lc 23, 26). Esta cena da Paixão de Cristo remete-nos para a ajuda ao próximo, principalmente aquele que ninguém quer, o excluído da sociedade, da família e do grupo de amigos. Mas também nos leva a refletir sobre outro ponto essencial: 

Até que ponto temos a humildade de aceitar ajuda dos outros (física, psicológica e espiritual)? Uma ajuda que, às vezes, pode vir até daqueles que não nos são tão queridos... 

Jesus, com esta cena da Paixão, mostra-nos que há momentos que temos de aceitar, sem qualquer sentimento de inferioridade, que precisamos de ajuda...

 

sexta-feira, abril 15, 2022


SANTA PÁSCOA! Lembrem-se da Novena da Divina Misericórdia!


Hoje é o primeiro dia da Novena da Divina Misericórdia. Que Jesus nos ensine a ser cada vez mais misericordiosos com os outros e connosco. 

Microsoft Word - novena_divina_misericordia_pm.docx (paroquiadosmartires.pt)


quarta-feira, abril 13, 2022

 Via Sacra – Queres que medite em que momento, Jesus?


Este ano decidi não ficar apenas pela hora da Via Sacra e escolhi dois momentos/pormenores da Paixão para ir meditando ao longo dos dias: os pés de Jesus, ensaguentados, cheios de dor e o encontro com a Mãe.
E a ti, o que mais te impressiona? E o que podes oferecer a Jesus como reparação? Como O podes consolar?

terça-feira, março 22, 2022

 

A cura acontece, mesmo continuando doentes…

Das maiores lições que tirei do sofrimento, é que Deus pode curar-nos de duas formas: ou ficamos sãos ou continuamos doentes, mas com uma força incrível para enfrentar esse espinho na carne, de que nos fala S. Paulo (Cfr. 2 Co 12, 7) 

Em ambas as situações devemos louvar a Deus, porque o que Ele decide é, sem dúvida, o melhor para nós e para quem está à nossa volta. Nem sempre vamos entender a razão pela qual temos que passar por determinada situação, daí ser essencial pedir a graça de aceitarmos a cruz. “O espírito está preparado, mas a carne é fraca.” (Mt 26, 41) 

Desde que percebi isto, sinto-me muito mais leve, mais forte – apesar de tão fraca -, mais perto de Deus – apesar de ainda estar tão longe. Ter vida em abundância (Jo 10, 10), não é viver sem problemas, mas enfrentar as coisas más e boas de todos os dias, de mãos dadas com Jesus e Maria. É ficar feliz por saber que tudo (bom e mau) pode ser uma oração para a conversão de alguém, para o alívio e libertação das almas do Purgatório e para a reparação dos ultrajes contra os Corações de Jesus e Maria.

 



terça-feira, março 08, 2022

 

Não seremos perdoados…

  


“Porque, se não perdoardes, também o vosso Pai que está no Céu não perdoará as vossas ofensas.” Mc 11, 26

Estas são palavras fortes…Será que nos lembramos delas? Perdoar uma ofensa pequena até pode ser relativamente fácil. Mas, e os grandes crimes? As ofensas que puseram em causa o nosso nome ou que provocaram sofrimento nos nossos filhos? 

É difícil, claro. Mas se Jesus nos pede isto, é porque sabe que somos capazes … com a Sua graça. Peçamos a Deus a graça de reconhecer quem ainda não perdoámos, a fortaleza para lutar contra a vontade de vingança e de ficar agarrado à mágoa! Ajuda-nos, Senhor, a perdoar de todo o coração! Ámen.

 

 

sexta-feira, março 04, 2022

 

Jejum por amor, por obrigação ou para fazer dieta?


Estamos na Quaresma. Será que o nosso jejum (ou abstinência) tem alguma segunda intenção, mesmo que inconsciente, como perder peso ou cumprir uma obrigação apenas a pensar em obter um favor?

Será que nos esquecemos de encher de amor as nossas entregas neste período quaresmal?

Será que fazemos jejum (ou abstinência) como Deus nos pede em Isaías 58, 6-7?

“O jejum que me agrada é este: libertar os que foram presos injustamente, livrá-los do jugo que levam às costas, pôr em liberdade os oprimidos, quebrar toda a espécie de opressão, repartir o teu pão com os esfomeados, dar abrigo aos infelizes sem casa, atender e vestir os nus e não desprezar o teu irmão.”

terça-feira, março 01, 2022

 

Uma Quaresma a pensar em quem não conhecemos

 


Amanhã começa a Quaresma, o tempo de preparação para a Páscoa. O Papa Francisco pede-nos jejum e oração pela paz do mundo. Este sair de nós, de pensar mais no nosso próximo, leva-me a fazer uma proposta, se me permitem:

 

Oremos e jejuemos (quem pode, quem não pode opte pela abstinência de algo) por alguém que não conhecemos. Não sabemos o nome, o sexo, se é crente ou não... Nada! Apenas sabemos que a nossa entrega é para aquela pessoa ... que Deus escolheu.

 

Boa caminhada quaresmal!



quinta-feira, fevereiro 17, 2022

 

Mesmo feridos e angustiados, vamos em frente, como Santa Teresinha do Menino Jesus!

 


“Para a santidade não é preciso uma cura total e absoluta das nossas feridas emocionais.” Ouvi estas palavras no grupo de oração Imaculado Coração de Maria – Escuta Oração. São de um padre – não me recordo o nome – que estuda a vida de Santa Teresinha do Menino Jesus. Achei maravilhoso!

Passamos a vida à procura da cura deste ou daquele mal, achando que só com a solução total desses problemas é que poderemos ser felizes e aceitar a missão que Deus nos deu. Com esta atitude ficamos muitas vezes de braços cruzados, levando uma vida morna (Ap 3, 16), focada nos nossos (muitos) problemas, mal olhando para o irmão/ã que está pior do que nós.

Santa Teresinha do Menino Jesus teve de viver, nos primeiros meses com uma “ama de amamentação”, longe da mãe, que morreu quando ela tinha apenas 4 anos. Ao longo da sua vida sofreu muito, tendo morrido com uma doença terrível: tuberculose. Na altura, saber que se tinha tuberculose era ter a certeza absoluta que se iria morrer em pouco tempo e sofrendo horrores.

 Dizem os estudiosos da sua vida que, apesar dos muitos progressos e de uma fé inabalável, nunca se curou totalmente das feridas emocionais da infância. Mesmo, assim, tornou-se missionária, oferecendo cada momento mau para a salvação dos outros. Em suma: não ficou agarrada às suas angústias e dores de uma vida sofrida. Nunca deixou de ter momentos de angústia, mas também nunca deixou de amar a Deus.

E, nós, será que estamos demasiado agarrados às nossas feridas emocionais? Será que continuamos à espera da cura total para amar Jesus e levá-Lo aos outros?



sexta-feira, fevereiro 11, 2022

 

Teologia queer: Manter a Palavra de Deus sem levantar o dedo acusador

 


O equilíbrio entre manter os ensinamentos de Jesus, que podem ser para alguns “palavras insuportáveis” (Jo 6, 60), e ao mesmo tempo manter o respeito pelos sentimentos do nosso próximo é dos grandes desafios da Igreja atual. 

Uma das questões que vai estar em voga nos próximos tempos é a teologia queer – cristão católicos que se assumem como sendo LGBTIQA+ (homossexuais, bissexuais, etc.) A Palavra de Deus diz-nos que há homem e mulher (Gen 5, 2), mas há quem se sinta mal da forma como nasceu e que é cristão católico. Tem mesmo atividade pastoral. O que fazer? Adaptar a Palavra de Deus ao que se diz serem “outros tempos”? Não, nem pensar! E apontar o dedo e julgar? Não, nem pensar.

Então, o que fazer? Manter-nos firmes nos ensinamentos de Jesus, na Palavra que nos deixou, mas nunca esquecendo que são nossos irmãos em Cristo e que, por causa da discriminação, chegam ao ponto de pôr termo à vida. Tal como Jesus, é preciso propor, não impor. É preciso, com gestos de amor, escutar, amar e deixar que o outro escolha, livremente, o caminho que quer trilhar. Lembremos a mulher adúltera: Jesus não disse que o adultério era bom, mas também não a condenou (Jo 8, 1-11).

Cabe a cada um de nós fazer como Jesus: jamais mudar a Palavra, mas também jamais julgar e condenar o outro, sobretudo quando sabemos que esse nosso irmão pode vir a cometer suicídio, por ser alvo de dedos acusadores.


quarta-feira, fevereiro 02, 2022

 

É mesmo o Corpo de Jesus! Não é um mero símbolo!



A Hóstia Consagrada caiu no chão e o sacerdote rapidamente se apressou, com todo o amor e respeito, a recolher o Corpo de Cristo. Naquele momento lembrei-me das missas satânicas, onde Jesus é pisado e maltratado…Esta realidade não é muito falada, prefere-se remeter o culto a satanás para o mundo dos filmes e da imaginação. Mas existe, de facto.

Já repararam que os próprios adoradores de satanás acreditam na presença viva de Jesus na Hóstia Consagrada? E, nós, cristão católicos, que respeito e amor temos pelo Seu Corpo quando O recebemos na comunhão? Até que ponto temos noção que é o próprio Cristo que estamos a receber?

 

PS: Proponho que cada um de nós possa fazer uma oração de reparação. Pode ser um Pai-Nosso, uma Avé-Maria, um “Amo-te muito, Jesus!”, ajudar alguém e entregar essa obra, etc.

 

 

 

 

sábado, janeiro 08, 2022

 

Cuidado com os temas que nos desviam da nossa missão...

 


Besta, chip e fim dos tempos são três palavras que suscitam muitas discórdias e mal-entendidos entre os cristãos. Tanto a Besta como o fim dos tempos são assuntos bíblicos, mas a obsessão por estes temas, sem qualquer orientação espiritual, pode levar-nos para outros caminhos, que têm mais de discórdia e ira do que de amor de Jesus... Como nos adverte a Palavra:

“Empenha-te naquilo que te foi ordenado e não te ocupes de coisas misteriosas. Não te apliques em coisas que superam a tua capacidade, porque já te foi mostrado mais do que a inteligência humana pode compreender. Muitos perderam-se devido às suas especulações, extraviaram-se por causa das suas ilusões perversas.” Eclesiástico (ou Ben Sirá) 3, 21-24

 

domingo, janeiro 02, 2022

 

Família em cacos?

Na noite passada acordei às 3h da manhã com um enorme estrondo. Foi um grande susto! Caiu uma prateleira da cristaleira e havia cacos por todo o lado. Mas o tijolo da Sagrada Família de Nazaré ficou inteiro.

Lembrei-me que, mesmo em cacos, as famílias podem voltar a reconstruir-se com a ajuda de José, Maria e Jesus. Mas não podemos esquecer-nos que Eles fazem a Sua parte e nós a nossa, que é como quem diz seguir o Seu exemplo de amor/perdão, oração, entrega...

Se nos desviarmos deste Sagrado Exemplo – meu Deus, quantas vezes?! – tenhamos a humildade de admitir o erro e de voltar para os braços desta Família Maravilhosa e Santa.

Sagrada Família de Nazaré, rogai por nós!



domingo, dezembro 26, 2021

 

Famílias imperfeitas é o que há mais. Solução? Ficarmos “aflitos” por ter Jesus...

 


Admiração e Aflição. Estas duas palavras marcaram a homilia do Padre Tiago da Paróquia de Palhais/Santo António, hoje de manhã. Achei tão bonito e tão pertinente que vos deixo as duas principais mensagens que ele deixou na Solenidade da Sagrada Família de Nazaré. 

1 – Procuremos mais a admiração do que a crítica e procuremos dar atenção ao que o outro faz bem, não nos focando tanto nas suas imperfeições;

2 – Fiquemos aflitos por não ter Jesus connosco e, por conseguinte, no seio da nossa família. José e Maria ficaram aflitos por terem “perdido” Jesus por pouco tempo. E nós?  Por que não ficamos aflitos por estar longe Dele? Por que não Lhe falamos todos os dias, várias vezes? Por que O deixamos na Eucaristia ou sozinho no Santíssimo? 

Com Jesus é possível treinar o “suportai-vos uns aos outros” (cfr Ef 4, 2) e o “amai-vos uns aos outros” de que nos fala a Palavra. Não é fácil, nalgumas famílias é mesmo muito difícil, mas para “Deus nada é impossível” (Lc 1, 37).

Sagrada Família de Nazaré, abençoais as famílias!

 

 

sábado, dezembro 18, 2021

Deixemos o Menino Jesus encher-nos da Sua

 Misericórdia!




O Dia de Natal, da Vinda do Senhor, aproxima-se. Deixemos o Menino Jesus nascer novamente em nós! Mas, para isso, temos que preparar com muito carinho o nosso interior, começando por retirar as "velharias" do erro na Reconciliação/Confissão.

Sem qualquer vergonha e recriminação. Jesus espera por nós para nos purificar, para nos inundar com a Sua imensa Misericórdia. Para quem já não limpa à alma há muito tempo na Confissão (se calhar, anos), por que não ir nos próximos dias? Jesus espera por cada um de nós, não para nos recriminar, mas para nos perdoar e para dizer que ainda há tempo para recomeçar.


terça-feira, novembro 30, 2021

 

Será que sou uma “católica dietética”?


Gloria Polo é uma conhecida missionária, leiga, que passou por uma experiência de quase-morte, quando foi atingida por um raio. O seu testemunho no livro “Estive às portas do céu e do inferno” alerta-nos para muitas coisas. Uma delas é para não sermos o que ela era antes deste acidente: uma “católica dietética”. 

Mas, afinal, o que é isso? Gloria Polo recorda que a sua vida cristã deixava muito a desejar, apesar de achar que era uma pessoa de Deus. Como ela nos conta, ia à missa por tradição, quando lá estava só queria que o padre se calasse, saía de lá e ia ao astrólogo ou à “bruxa”, rezava um terço entre o intervalo da novela, limitava-se a dar umas coisas aos pobres para descansar a consciência, não dava atenção aos filhos e acreditava na encarnação e em práticas esotéricas. Defendia também o aborto.

Fica a questão: será que somos “católicos dietéticos”? Será que nos achamos muito bonzinhos e muito católicos, mas, na vida concreta, não passamos de hipócritas? Não estou a falar dos erros que qualquer um pode cometer, mas de uma vida sem qualquer coerência com a Palavra de Deus.

Que o Espírito Santo nos ilumine nas respostas a estas perguntas e que nos dê a força necessária para assumirmos a nossa verdade, erguendo-nos para correr para os braços de Jesus. Só refletindo sobre as nossas incoerências, sem tapar o sol com a peneira, é que podemos ir ao encontro de Jesus, para que Ele nos possa curar e purificar.

 

Um resumo da sua história:

 http://wiki.cancaonova.com/index.php/Testemunho_Gloria_Polo

quarta-feira, novembro 24, 2021

 

“Escuta-me!” – eis o grito de tantas pessoas hoje em dia…

  



Já lá vão uns anos que o M. e a J. partiram para o Pai. Eram um casal de idosos muito simpáticos, mas que se sentiam sozinhos. A vida não lhes permitiu ter filhos e a solidão das quatro paredes da casa levaram-nos a pedir ajuda na Igreja: precisavam de alguém para conversar, para os visitar. 

Eu e a minha mãe costumávamos ir a casa deles e com o passar do tempo deixámos de ser voluntárias e passámos rapidamente a ser família. O M., já com mais de 80 anos e com problemas de memória, contava-me vezes sem conta a mesma história. A mulher, também com mais de 80 anos, refilava e dizia-lhe: “Coitadas! Estás sempre a repetir-te!” Mas ele continuava. Não nos importávamos: os olhos daquele meu “avozinho” brilhavam por saber que havia alguém para o escutar.

Esta sede em ter alguém para nos escutar, sem qualquer julgamento, faz muita falta no mundo atual. Muitas vezes não sabemos como podemos ajudar os outros. Se calhar, basta escutar o que o outro tem para dizer, acolhendo a sua dor e revolta. Ou, então, escutar o seu silêncio, com o máximo de respeito. Como teríamos todos mais saúde física, psicológica e espiritual…

Envia, Jesus, mais trabalhadores para esta messe da escuta! Ámen.


sexta-feira, novembro 19, 2021

 

A mínima pedrinha, devia provocar dores… Que Amor, meu Deus!

 


Na capela, olhando para a imagem de Jesus na cruz pensei nas dores atrozes que Ele sentiu na Sua entrega. Além de todo o sofrimento psicológico e espiritual, cada parte do Seu corpo estava feita num farrapo. Cada pedrinha, por mínima que fosse, deveria provocar fortes dores… 

Jamais, Jesus, vamos conseguir apreender neste mundo esse Teu Amor tão grande por cada um de nós, mesmo por quem não Te quer, por quem não acredita em Ti… Mas, ajuda-nos, na nossa limitação, a meditar mais vezes nessa Tua entrega e nesse Amor infindável que é capaz de curar e de transformar os nossos vícios e erros. Ámen.




quinta-feira, novembro 11, 2021

 

Os problemas querem esmagar-nos, mas Deus está connosco!


É no silêncio que Deus fala e é bem verdade. Nem 5 minutos pude estar na capela, mas bastou entrar, escutar o silêncio, para Deus me relembrar aquilo que há muito me diz:

"Escuta, é uma ordem que te dou: tem coragem; não tremas, porque o Senhor, teu Deus, estará contigo para onde quer que fores” (Js 1, 9)

E continuou na voz de quem me ligou, sem saber de nada, e que me diz, noutro contexto: “Temos que ser mais bondosos connosco próprios, não podemos exigir tanto de nós.”

Muito obrigada, meu Senhor e meu Deus! (Jo 20, 28)

terça-feira, novembro 09, 2021

 

Pandemia, pandemia, o que temos aprendido?


A pandemia ainda não chegou ao fim, alguns países já voltaram a confinar, sabe Deus o que irá acontecer em Portugal. Face a tudo o que se tem vivido, é importante refletirmos sobre o impacto desta doença na nossa relação com Deus.


- Será que se mantêm vivas as muitas Igrejas Domésticas que nasceram durante o confinamento?

- Como está a nossa solidariedade? Continuamos a ajudar ou escondemo-nos atrás do medo do vírus? Infelizmente, há locais que ainda não recebem, por exemplo, roupa ou brinquedos…

- Será que mantemos a mesma vontade em visitar ou contactar com os idosos nos lares e nas suas casas, onde passam dias sem fim em plena solidão?

- E as crianças? Ainda brincamos com elas?

- E como está aquela noção de que o nosso comportamento vai afetar o nosso próximo?

- Será que continuamos demasiado agarrados a este mundo imperfeito, pondo de lado a grande meta do cristão: a Vida Eterna?


Estas são apenas algumas perguntas. Existem muitas outras. Ajuda-nos, Jesus, a refletir sobre o que aprendemos com este vírus e o que temos de mudar para Te seguir. Ámen

sábado, outubro 23, 2021

 Há crianças (e adultos) difíceis que são autênticos desafios ... de amor!


Hoje reencontrei um menino do meu primeiro grupo de catequese. Hoje já é homem. Senti vontade de chorar ... de alegria! Era uma criança muito resistente, posta de parte por todos por não ser propriamente fácil lidar com ela.

Para mim foi sempre um desafio de amor. Lutei muito para que ele percebesse que, pelo menos, Jesus o aceitava. Há muitos anos que não o via, mas jamais me esqueci dele. Ele foi daquelas crianças que me ensinaram a amar aqueles que ninguém quer e que se consideram perdidos desde criança.

Olhando para ele, lembrei-me do Amor incrível que Deus tem por cada um de nós, mesmo que sejamos pessoas difíceis. Obviamente que não pactua com o erro, mas, com muita paciência, ensina e espera para nos poder abraçar. Ensina-nos, Senhor, a amar!