A oração turbulenta que
me fez ver a verdade
Entro na Igreja à procura
de silêncio. Mas não encontrei. Três senhoras fizeram questão de conversar sobre
a vida. Senti-me incomodada, mas fiz um esforço para ignorar. Se calhar não têm
catequese e conhecimento da Palavra e do que é ser Igreja - pensei eu. E isso não as faz menos
filhas de Deus. Também erro todos os dias.
Mas, admito, aquele barulho pareciam facas a espetarem-se na minha cabeça. Como estava sedenta de silêncio… Apeteceu-me sair rapidamente, mas senti que Jesus me pedia para ficar mais um pouco. Assim o fiz.
E ainda bem que obedeci, pois naquela oração turbulenta percebi o que Jesus me estava a dizer: “É isto que Eu sinto quando não fazes silêncio. Quero ajudar-te, amar-te, pedir o Teu amor e tu não fazes silêncio…”
Muitas vezes, os outros são o nosso espelho, por isso:
“Não julgueis, para não serdes julgados; pois, conforme o juízo com que julgardes, assim sereis julgados; e, com a medida com que medirdes, assim sereis medidos. Porque reparas no argueiro que está na vista do teu irmão, e não vês a trave que está na tua vista?” Mt 7, 1-3


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