sexta-feira, outubro 03, 2008

Escuta... Deus está a falar-te!

"Se ouvirdes a voz do Senhor, não fecheis os vossos corações."
Sl 94 (95), 8
Pára um pouco e pensa nestas palavras que são de Deus. O que é que Deus te pede?

14 comentários:

Fontez disse...

Deus pede para sermos apenas nós.
Sejamos sempre nós e não imitemos ninguém.

Sejamos e tentemos sempre caminhar na paz de Cristo.

abraço dear.

sdds tuas :)

bj e good week.


p.s. tou pra ver como vais responder ao desafio... lol! (sim tens algo pra ti no fontez)

Maria João disse...

marNão imitemos ninguém, a não ser Cristo :).

joaquim disse...

Pois muitos de nós estamos de ouvidos abertos, mas de corações fechados.

E a Palavra do Senhor ou é recebida no coração, ou é apenas "palavra"...

Abraço muito amigo em Cristo

osátiro disse...

Apelemos à Índia para que proteja os cristãos perseguidos enviando o texto para endereço electrónico das embaixadas:
Portugal:
consular@indembassy-lisbon.org

Brasil:
ambassador@indianembassy.org.br

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Outra religiosa foi violentada

Cadinho RoCo disse...

Basta estarmos atentos à presença constante de Deus em nós, para que possamos estar mais firmes em tudo que somos fazemos.
Cadinho RoCo

Vitor disse...

Para mim, esta passagem me diz que, se eu presenciar uma situação errada, e eu souber que posso ajudar a solucionar tal situação, eu não devo me omitir!

Linda passagem!

Deus lhes abençoe1

Vitor
MOVIMENTO SALVAI ALMAS

http://www.apelosdoceu.com

Ecclesiae Dei disse...

Ele nos fala a cada dia...

mccc disse...

Deus pede que o escutemos sempre mas é preciso saber ouvir e pôr em prática as Suas Palavras. É no silêncio que conseguimos ouvi-Lo melhor.

Fa menor disse...

Gosto muito deste Salmo...
Se eu fechar o coração à voz de Deus, apenas o ouvirei com os ouvidos (ou nem sequer isso), sem ousar pôr em prática as Suas palavras. É como semear em terreno árido, que não produz fruto.

E quantas vezes o nosso coração não está seco?!

Beijinhos

Ailime disse...

Deixemos que Ele aja em nós naturalmente.
Quando Deus nos chama e Ele fá-lo, quase sem O sentirmos, ofereçamos-Lhe todo o nosso Amor no abraço e no carinho que dispensarmos aos que mais carecidos estão.
Um beijinho em Cristo e Maria.
P.S. Grata pela visita e orações.

Kenosis disse...

Querida irmãzinha Maria João, belíssima inspiração para meditação!...Se ao menos todos tivessem a consciência de que, como dizia Santa Teresa, "só Deus nos basta", quanta felicidade invadiria os corações...Obrigada, querida, por suas palavras e, sim, é realmente de uma importância sem par a leitura de Santa Teresa sobre a oração e de São João da Cruz sobre o caminho da alma para Deus. Que maravilha encontrar alguém que já tenha lido os seus escritos! Obrigada pela sua presença, apesar de minha ausência compulsória! Vc é amor no reflexo de Deus Amor! Bjos em seu coração!

pagão anónimo disse...

Paganismo - A voz do Sangue


Há muitas maneiras de adquirir interesse por aquilo a que chamamos de forma genérica Paganismo. Há aqueles que chegam ao paganismo através da sua estética, dos seus mitos e força. Outros por um desejo de se unirem à tradição dos nossos povos, outros por uma recusa do cristianismo e do mundo neo-cristão (o cristianismo laico do marxismo e do progressismo), outros ainda, por motivações políticas e também aqueles que vêm pelo esoterismo.
Porém, para mim, como para outros camaradas nos inícios dos anos 70 do século passado, o paganismo chegou de uma forma indirecta: abraçamos o paganismo pela compreensão dos seus princípios cosmológicos, não pelas suas formas ou a sua magia, mas pela sua essência.

O paganismo não é uma religião, não pretende ser uma nova religião, pelo menos para muitos pagãos, é antes um conjunto de crenças espirituais, religiosas e pessoais, sociais e filosóficas, que reflectem uma Concepção do Mundo.

Foi essa Concepção do Mundo que nos atraiu, e que nos levou a ser pagãos. Apercebemo-nos de imediato que toda essa estética maravilhosa do paganismo, os seus símbolos, a sua magia e o seu esoterismo, tudo era reflexo desses princípios, era uma “forma de falar implícita” dos princípios gerais.

O paganismo moderno, posterior à Guerra, nasce nos anos 60 do século XX, quando um bom número de jovens nacional-revolucionários retiram o protagonismo aos velhos militantes do nacionalismo anterior. Esses jovens procuravam uma forma nova de expressar a cosmovisão “fascista”, uma forma geral de expor na modernidade os princípios básicos de Alternativa ao Sistema, mas sem se basearem nos modelos anteriores a 1939.

Esta alternativa essencial encontra-se numa série de princípios muito gerais:

- Respeito pela Natureza e pelas suas leis globais;

- Sentido da diferença e respeito por essa diferença, isto é, à identidade e às raízes;

- Repulsa ante o materialismo e o individualismo, sentido de Comunidade;

- Adopção de um Estilo e uma Ética, mas recusa das Igrejas e dos dogmas, da falsa moral, da concepção teocrática e monoteísta de Deus;

- Espiritualidade natural frente ao materialismo e ao egoísmo do prazer, mas também frente à tristeza de considerar o mundo como um vale de lágrimas;

- Admiração pela força, pela beleza, pela alegria, pelos animais e tudo o que implica luta e esforço;

- Redescobrimento da Grécia e de Roma como ideal de Império e de Comunidade, de Arte e de Nobreza, frente ao mundialismo, ao Bezerro de Ouro e a Jerusalém.

Estas ideias básicas e muitas outras mais levavam-nos a um confronto com as concepções cristãs que até então haviam sido a base “espiritual” do nacionalismo em quase todos os casos, com raras excepções.

Este debate intelectual e sentimental levou-nos a redescobrir o facto pagão, que já tinha sido tratado por alguns círculos do arianismo e do NS nos anos 20 e 30.

Contudo, a via foi bastante diferente. Se nos anos 20 foi o arianismo, os grupos do racismo radical, que conduziram ao paganismo como forma de entroncar com a raiz racial, com as tradições antigas dos povos e encontrar nestas tradições a identidade entretanto perdida com o mundialismo demoliberal, nos anos 70 não foi o racismo a via de encontro com o paganismo, mas a sua concepção do mundo e o seu sentido artístico da beleza e da Honra.

Podemos dizer que foi a Grécia a alternativa ao Sistema. Como disse Bernard Levy, a decisão sempre se colocou entre Atenas ou Jerusalém. O Sistema impõe Jerusalém, a Alternativa estará sempre em Atenas. E Atenas é a essência do Paganismo, a sua máxima expressão cosmológica.

Daí que o primeiro grande centro cultural paganista tenha sido o GRECE, Grécia em francês, como acrónimo de Groupe de Recherche et d'Études sur la Civilisation Européenne.

O paganismo enquanto Cosmologia é antes de mais alegre, anti-proselitista, diverso, artístico e heróico.

Frente ao pensamento totalitário demoliberal e ao Mundialismo, apresenta a ideia de Comunidades autónomas e autocentradas, em convivência não agressiva nem absorvente. Opõe-se ao Mundialismo das ideias e à actual Ocidentalização (Judaização na verdade) de todo o Mundo. Frente à igualdade democrática, a diversidade segundo os méritos. Frente ao mercado do sexo e da inquisição repressiva conservadora, a alegria do corpo, a força como reflexo do espírito são e culto. Frente à ideia de “coisa” e de “utilidade” em relação aos animais e à natureza, a concepção do homem como parte unitária com os animais e a natureza. Frente à caridade indiscriminada, a justiça para com aquele que merece, assim como castigar o culpado. Frente ao mercado como norma e à usura como realidade, o desprezo pelo monetário e a sua subordinação a mera ferramenta para as necessidades reais.

Poderíamos continuar indefinidamente. Mas julgamos que já basta para afirmar que o paganismo é a única alternativa.

Após esta constatação, uma grande parte dos nacionalistas, a partir dos anos 70 do século passado, foram abraçando o mundo do paganismo. Em 1980 foi editada a “bíblia” pagã, nomeadamente o livro “Como se pode ser Pagão” de Alain de Benoist [N.T. não existe versão portuguesa], onde estão expostas as bases essenciais do paganismo moderno.

Infelizmente deram-se alguns desvios inevitáveis, especialmente seitas esotéricas, que não poucas vezes dão um aspecto sectário e neurótico às ideias pagãs.

O grande objectivo do paganismo é unificar a cosmologia pagã e a aceitação de que NÃO acreditamos em Deuses. Não somos Odinistas num sentido religioso-pessoal, como acontece no Cristianismo. Não existe Odin enquanto Deus-pessoa, mas antes como representação dos valores da nossa concepção global. Somos espiritualistas mas não sectários, nem adivinhos, nem magos, nem adoradores de Deuses pessoais. Somos pagãos porque acreditamos nos valores do Paganismo, da Grécia clássica, num Mundo desinfectado de Jerusalém.

Mari disse...

Oi amiga Maria, venho com mais calma ler seus posts, agora estou entrando rapidinho, dando um tempo no estudo, mas já vou recomeçar!
Dia 19, às 9 horas estarei a fazer a prova.
Reza por mim!
Beijos em cristo e Deus em tudo e sempre!

Mari disse...

Que possamos seguir a Cristo, sempre!
Deus está mesmos sempre a nos falar.
Eu sei que me pede para melhorar, ser uma pessoa mais cuidadosa comigo!
Deus é amor, sempre!
Obrigada pelas palavras ricas.